quinta-feira, 15 de setembro de 2011

De uns 6 anos atrás


Eu sou poeta descamisado
Eu sinto a vida  no peito nu, descendo a ladeira como uma brisa
refresca a gente com esperança,
e mata o outro com a saudade
A alegria me  embriaga ,
o sal da idade me sobe â face, 
me pesa o ventre como uma mãe.
O que será dessa nossa mãe,
que já não dorme ao som dos grilos, que já não sente o frescor das águas
que já não teme pelo pior,
com a esperança de que o porvir sepultará toda essa tristeza. 
E que então nesse novo dia minha alegria desça a ladeira,
tão leve e solta como um beija flor.

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