segunda-feira, 30 de maio de 2011

Fisioterapia, raio x e pé no chão

Hoje foi um dia deveras interessante. Primeiro passei um p... frio pela manhã na Unesp, numa consulta de retorno. Que ventoooo! Vi pela primeira vez os raio x da minha perna, do dia do acidente e de hoje. Ah, que coisa lindaaaa!! Fiquei feliz com o que vi, ainda mais depois que os médicos disseram que tudo está indo muito bem! Tive ainda mais duas surpresas. A primeira foi que eu devo, a partir de hoje, exercer carga na minha perna, isto é, apoiar o meu pé direito no chão. A segunda é que devo também fazer a aproximação dos ossos fragmentados, regulando o fixador de Ilizarov de modo que seus anéis se aproximem. Para isso devo, a cada 6 horas, apertar as porcas dos parafusos que regulam essa distância em 1/4 de volta. Quero ver quanto isso vai dar no final (depois de 15 dias). Estou presumindo que essas duas coisas vão ser um pouco doloridas, mas é necessário!

Voltei para almoçar em casa, e logo saímos de novo, dessa vez com a Renata como motorista, que na parte da manhã tinha sido meu pai. O destino agora era a fisioterapia. Últimamente fico contente só de ouvir esse nome.

A Fisioterapia pode ser definida como a arte e ciência dos cuidados físicos e da reabilitação. Com o sentido restrito à área de saúde, está voltada para o entendimento da estrutura e mecânica do corpo humano. Ela estuda, diagnostica, previne e trata os distúrbios, entre outros, da biomecânica e funcionalidade humana decorrentes de alterações de órgãos e sistemas humanos. Além disso, a Fisioterapia estuda os efeitos benéficos dos recursos físicos e naturais sobre o organismo humano. Muuito interessante, diga-se de passagem.

Nas sessões de fisioterapia estou trabalhando então a minha recuperação de movimentos e funções da minha perna e do dedinho da minha mão direita. Pude já então colocar em prática a recomendação médica. Pé no chão! Que coisa mais estranha! Depois de quase dois meses, apoiar novamente o meu pé direito no chão foi muito bom! Doloroso também, acho inclusive que se não estivesse com a mão apoiada eu cairia no chão, pois ainda não tenho equilibrio e nem força nessa perna. Mas tudo bem, um pequeno passo de cada vez, já que vou reaprender a andar.

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